O MCTI, em coordenação com a Softex, convida Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) a integrarem o ResidêncIA Digital, programa nacional de capacitação em Inteligência Artificial que irá preparar cerca de 25 mil profissionais em todas as regiões do país. Quero participar do edital Baixar o edital Faça parte da rede que vai formar a próxima geração de talentos em Inteligência Artificial no Brasil.

O Brasil precisa ampliar sua capacidade em Inteligência Artificial.
Sua instituição pode liderar essa transformação.

A Inteligência Artificial já redefine cadeias produtivas, pesquisa, inovação e competitividade. Para que o Brasil avance com autonomia tecnológica, é necessário ampliar a formação de profissionais preparados para desenvolver e aplicar soluções de IA.

O ResidêncIA Digital nasce como uma iniciativa estratégica do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), conectando governo, academia e setor produtivo para fortalecer o ecossistema nacional de inovação.

Agora, buscamos ICTs capazes de liderar essa transformação em seus territórios.

O que é o ResidêncIA Digital?

Programa nacional de capacitação em Inteligência Artificial realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em coordenação com a Softex, no âmbito do PBIA e executado por meio do PPI Softex.

Ao longo de 45 meses, o programa irá capacitar aproximadamente:

25 mil pessoas capacitadas

Especialistas e usuários estratégicos de IA.

5 regiões do Brasil

Rede nacional de ICTs executoras.

Integração com empresas

Formação conectada às demandas reais do mercado.

Residência em TIC

Aprendizado prático aliado à formação técnica.

Por que sua ICT deve participar?

Ao integrar o ResidêncIA Digital, sua instituição fará parte de uma iniciativa estratégica para o desenvolvimento tecnológico nacional.

Benefícios

  • Ampliação do protagonismo institucional em IA
  • Participação em um programa nacional de alto impacto
  • Fortalecimento da conexão com empresas e ecossistemas de inovação
  • Desenvolvimento de novas competências acadêmicas e tecnológicas
  • Expansão da atuação regional
  • Formação de talentos alinhados às demandas do mercado
  • Contribuição direta para a implementação do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial

Qual será o papel das ICTs selecionadas?

As instituições executoras serão responsáveis por conduzir as atividades do programa em suas regiões, incluindo:

  • Organização das trilhas de capacitação
  • Seleção dos participantes
  • Gestão das bolsas
  • Curadoria dos conteúdos
  • Acompanhamento dos residentes
  • Articulação com empresas para atividades práticas
  • Gestão acadêmica e administrativa da residência

Duas trilhas para acelerar a adoção da IA

1

Desenvolvimento de Soluções em IA

Voltada à formação de especialistas capazes de desenvolver soluções avançadas envolvendo:

  • Machine Learning
  • Deep Learning
  • Visão Computacional
  • IA Generativa
  • Algoritmos Inteligentes
  • Redes Neurais

2

Aplicação de Ferramentas de IA

Voltada a profissionais de diferentes áreas que utilizarão IA para transformar processos, produtos e serviços.

Aplicações em:

Saúde, Educação, Agronegócio, Indústria, Energia, Mobilidade, Cidades Inteligentes e Governo

Critérios para participar

Podem participar desta chamada pública Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) que atendam aos requisitos estabelecidos no edital.

Antes de iniciar sua inscrição, consulte todos os critérios de elegibilidade.

Baixar o edital

Cronograma

Abertura das inscrições: xx/xx/2026
Prazo final: xx/xx/2026
Divulgação dos resultados: xx/xx/2026


Como participar?

1

Leia
atentamente
o edital.

2

Confira se sua
instituição
atende aos
critérios.

3

Prepare a
documentação.

4

Envie sua
proposta.

Quem pode participar?

Podem participar do projeto ICTs qualificadas credenciadas ao CATI, instituições de ensino brasileiras, públicas ou privadas, que possuam credenciamento ativo no Comitê da Área de Tecnologia da Informação (b) e que comprovem a captação dos recursos necessários para a execução da proposta.

Para ampliar o impacto da iniciativa, as propostas podem envolver uma ou mais instituições executoras, trabalhando em conjunto com suas respectivas mantenedoras ou fundações de apoio. Além disso, intituições que ainda não possuem histórico prévio de capacidade técnica também são muito bem-vindas, desde que submetam a proposta em parceria com uma instituição já qualificada.

Quantas propostas cada ICT pode apresentar?

Não há um limite máximo para o número de propostas que cada ICT pode apresentar. A sua instituição tem total liberdade para submeter e participar de quantos projetos julgar necessários e pertinentes. A única condição essencial é que a instituição comprove a captação dos recursos financeiros exigidos para a execução de cada uma das propostas apresentadas de forma independente.

Além disso, vale um ponto de atenção no momento do envio para o planejamento da sua equipe: caso o mesmo projeto seja inscrito mais de uma vez no sistema, apenas a primeira inscrição será considerada válida para o processo de avaliação. Por isso, orientamos que revisem os envios para evitar duplicidades e garantir que a proposta correta seja analisada.

Como será feita a seleção?

O processo de seleção das propostas será estruturado em duas etapas principais, garantindo uma avaliação transparente e criteriosa para todas as universidades participantes. A primeira fase é a de Habilitação, que consiste em uma triagem documental conduzida pela equipe de Projetos Estratégicos da Softex para verificar a conformidade de todos os requisitos iniciais do edital.

Superada a etapa documental, a proposta avança para a fase de Mérito, onde ocorrerá a avaliação técnica detalhada. Uma banca examinadora — composta por colaboradores da Softex e especialistas convidados de instituições relevantes no setor que pontuará o projeto com base em múltiplos critérios de excelência. Serão analisados aspectos como a qualidade técnica da proposta, a adequação metodológica do “Plano de Utilização”, a capacidade institucional da sua organização, a qualificação da equipe técnica dedicada, a coerência dos recursos financeiros e o volume de investimentos já captados junto a empresas parceiras.

A classificação final será definida estritamente pela soma dos pontos obtidos na avaliação de mérito. Os projetos mais bem posicionados que estiverem dentro do limite da verba disponível serão aprovados para execução imediata. Caso a proposta da sua instituição seja recomendada pela banca, mas o orçamento inicial já tenha sido atingido pelos primeiros colocados, ela integrará um cadastro de reserva, mantendo-se elegível para oportunidades futuras de captação.

Quais documentos são obrigatórios?

Durante a inscrição, as instituições devem enviar os documentos eletronicamente, o que inclui:

  • Comprovante de CNPJ ativo;
  • Certidões Negativas: de Débitos Relativos aos Tributos Federais (CND), de Débitos Trabalhistas (CNDT) e o Certificado de Regularidade do FGTS;
  • Para entes privados, exige-se também a Certidão Negativa Correcional (da CGU);
  • Resolução válida de credenciamento no CATI;
  • Termo de captação comprovando o depósito (ou previsão) do recurso junto às empresas beneficiárias da Lei de TICs;
  • Documento jurídico que valide o compromisso entre a instituição executora e as entidades que vão receber os residentes do programa;
  • O Plano de Utilização (Anexo III) preenchido;
  • Declarações de elegibilidade (como aceite das regras, ser constituída sob leis brasileiras, etc.), preenchidas no próprio formulário eletrônico;
Como funciona o financiamento?

O financiamento dos projetos aprovados está diretamente atrelado à capacidade da sua instituição em captar recursos junto a empresas beneficiárias da Lei de TICs, sendo esses valores direcionados ao programa PPI da Softex. O volume de investimento que a sua proposta pode pleitear varia de acordo com o escopo e as frentes de atuação que a universidade pretende desenvolver, dividindo-se em três faixas:

  • Faixa A (Até R$ 10 milhões): Destinada a projetos focados exclusivamente no uso de Inteligência Artificial (Área 1).
  • Faixa B (De R$ 10 a R$ 30 milhões): Voltada para propostas que integrem tanto o uso quanto o desenvolvimento em Inteligência Artificial (Áreas 1 e 2).
  • Faixa C (De R$ 30 a R$ 40 milhões): Direcionada a projetos mais robustos, que incluam também frentes de formação estruturada e cursos completos (Área 3).

Após a aprovação da proposta, a liberação dos recursos será realizada pela Softex em parcelas trimestrais. Para garantir o fluxo contínuo dos repasses e o bom andamento do cronograma, a liberação de cada nova cota estará estritamente condicionada à aprovação das prestações de contas parciais — tanto físicas quanto financeiras — referentes ao período anterior.

Como orientação para o planejamento da sua equipe de captação, é fundamental destacar que existe uma meta mínima inicial. Os projetos que não conseguirem alcançar pelo menos 50% do valor total previsto em captação de recursos com as empresas parceiras não poderão iniciar a execução imediatamente, ficando posicionados no cadastro de reserva até que atinjam esse percentual mínimo exigido.

Onde encontro o edital completo?

Quaisquer comunicados oficiais, alterações no cronograma e os resultados parciais e finais do edital, bem como a íntegra da convocatória, são publicados no site da Softex. Você pode acessá-lo no endereço oficial do programa: https://softex.br/editais

O futuro da Inteligência Artificial brasileira começa pela formação de talentos.

Junte sua instituição à rede nacional que ajudará a desenvolver profissionais preparados para impulsionar a inovação e a competitividade do país.

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